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SÃO PAULO, 4 de julho de 2008 - O Banco Panamericano aposta nos Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC) oriundos de contratos de alienação fiduciária de veículos para atender aos Institutos de Previdência de Estados e Municípios, que seguem o Regime Próprio de Previdência Social. Nesta linha, o banco tem dois produtos para apresentar ao segmento: o AutoPan-FIDC e o Master-FIDC.
O AutoPan-FIDC é um fundo que apresenta rentabilidade-alvo de 108% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), tem carência de 90 dias e taxa de administração de 0,5% ao ano. 'Esta taxa não é cobrada do cliente, ela é paga pela cota subordinada, que é de 30% do fundo', explica Daniel Abravanel, diretor institucional do Banco Panamericano. Neste produto, a aplicação mínima é de R$ 300 mil. Em 30 de junho deste ano, o fundo fechou com patrimônio líquido de R$ 389 milhões e, três dias depois, em 03 de julho, já contabilizava R$ 395 milhões.
Já o Master-FIDC, busca rentabilidade de 112% do CDI, com aplicação mínima de R$ 500 mil, e apresenta carência de 365 dias. A taxa de administração também é de 0,5% ao ano. O patrimônio líquido do fundo registrava R$ 1,394 bilhão no final de junho deste ano. Em 03 de julho, este montante estava em R$ 1,521 bilhão. 'O patrimônio deste fundo cresceu bastante em três dias em decorrência, principalmente, dos institutos que o busca para bater suas metas atuariais. São produtos de baixa volatilidade com perfil de renda fixa', indica Abravanel.
Para o diretor, este é um mercado bom para todos. 'Com a resolução 3.506, os FIDCs tornaram-se um produto excelente tanto para os bancos privados quanto para os institutos, pois auxiliam os bancos a fazer captação e ajuda aos institutos a baterem suas metas atuariais', conclui.
(Angela Ferreira - InvestNews)
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