Jornal do Brasil

Segunda-feira, 1 de Setembro de 2014

Esportes

Oswaldo se diz tranquilo em meio a "turbilhão" no Santos 

Portal Terra

O quinto empate do Santos, a atuação abaixo do esperado, os apenas oito pontos conquistados em 21 disputados, as lesões do elenco, os jogadores da base usados, atletas contratados que não rendem o esperado, a provável saída do principal atleta do elenco – o meia Cícero -, os protestos da torcida: tudo isso configura o turbilhão que hoje é o Santos no Campeonato Brasileiro. No meio de tudo isso, o técnico Oswaldo de Oliveira minimizou a pressão sofrida.

“A gente sabe que, à medida que os jogos passam, o resultado é que é sempre levado em consideração. E, na esteira do resultado, as coisas se complicam mais ou menos. Mas estou tranquilo em relação ao que tem sido feito”, analisou o treinador, após o empate por 0 a 0 do time alvinegro contra o Flamengo, no Morumbi. Na saída de campo, ele foi vaiado e cobrado pelos poucos torcedores que compareceram ao estádio.

“É uma situação da qual a gente não pode fugir. Estamos no meio de um turbilhão, com jogos de forma consecutiva, perdendo jogadores. É questão de as pessoas raciocinarem. Estou muito tranquilo fazendo meu trabalho. Vou seguir assim”, complementou o treinador, em uma análise do momento conturbado do Santos. Apesar dos problemas, a equipe segue na zona intermediária da classificação, sem ameaças ou grandes expectativas imediatas.

Oswaldo admite que o desempenho está abaixo do esperado, mas não se culpa nesse processo: na partida deste domingo, por exemplo, contou com diversos desfalques, principalmente do meia Cícero, que foi vetado da partida porque está em negociação e pode deixar o clube em breve. O clube ainda tem dois jogos antes da pausa para a Copa do Mundo, quando a situação deve se acalmar.

“O que acontece é o seguinte: a previsão não era essa. Ano passado, quando se falava no time do Santos, não era de Geuvânio nem Gabriel. A diretoria do Santos está se esforçando muito para resolver os problemas”, disse, ao admitir, no entanto, que a falta de resultados pode complicar sua situação no cargo. “Estou pronto para tudo. A gente sabe, como treinador, como que é no futebol: passa-se por turbulências, por momentos melhores, mas o que segura a onda é o resultado.”

O tropeço no Morumbi foi a terceira rodada santista no Campeonato Brasileiro sem vitória. O próximo adversário é o Bahia, na quinta-feira, e depois o Criciúma. “Se eu conseguir o resultado. Vamos equilibrar o trabalho e seguir em frente”, complementou Oswaldo de Oliveira.

Tags: Fla, morumbi, Santos, técnico, tropeço

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