Jornal do Brasil

Quarta-feira, 1 de Outubro de 2014

Esportes

Torcedores causadores de confusões se unem em reapresentação do Cruzeiro

Portal Terra

Após o basta dado pelo conselho do Cruzeiro, as duas principais torcidas organizadas do clube, Máfia Azul e Pavilhão Independente, que brigaram entre si dentro e fora dos estádios durante 2013, se uniram na tarde desta segunda-feira pela paz.

Os jogadores que chegaram para a reapresentação no CT, viram os torcedores com faixas erguidas na entrada e pedindo paz. Nas bandeiras havia os nomes das torcidas, além de uma pomba branca desenhada.

As torcidas se uniram depois de muita confusão. Durante o ano de 2013, essas mesmas facções causaram problemas no Independência, no clássico contra o Atlético-MG. Após isso, o Cruzeiro foi punido com a perda de um mando de campo. Pouco tempo depois, no jogo da taça, contra o Bahia, a briga fez com que a festa fosse cancelada.

Percebendo os constantes problemas, os conselheiros do Cruzeiro se reuniram e decidiram que as facções organizadas celestes não poderão usar o nome e escudo do clube. Na festa de aniversário do clube, no dia 2 de janeiro, membros de torcida organizada foram proibidos de entrar no local onde a missa foi celebrada já por conta dessa decisão do conselho do clube. O presidente Gilvan explicou a situação.

“Vivemos momentos ruins este ano por conta desses problemas. São elementos da torcida que não sabem respeitar esse manto. Eu não considero esses torcedores verdadeiros cruzeirenses. Vamos calcular o prejuízo que tivemos, pois tivemos muitos, afinal a gente tem uma boa média de torcedores em casa e tivemos que jogar fora de Belo Horizonte, ou seja, eles prejudicaram o clube. Não deve ser o time do coração deles, pois estão prejudicando”, completou.

Tags: brigas, celestes, proibição, reapresentação, torcidas

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