Jornal do Brasil

Terça-feira, 23 de Setembro de 2014

País - Eleições 2014

Lindberg Farias critica migração da violência para a região metropolitana

Jornal do Brasil

O candidato da Frente Popular (PT, PV, PCdoB e PSB) ao governo do Rio de Janeiro, Lindberg Farias, fez campanha, neste sábado (23), em Alcântara, bairro de São Gonçalo, e na cidade de Maricá. Às 12 horas, ele começou a caminhada pelo calçadão de Alcântara, onde ficou mais de duas horas ouvindo e conversando com moradores e trabalhadores. O candidato encerrou o dia de campanha na Praça Orlando Pimentel, de Maricá. 

"Foi uma grande festa, desta militância unida, aguerrida", disse Lindberg, ao discursar para as pessoas. Ele manifestou otimismo e se posicionou como o candidato que fará as mudanças que a sociedade exige. Para enfrentar o aumento da violência em Maricá, o candidato se comprometeu a instalar um batalhão da polícia na cidade, melhorar o abastecimento de água e enfrentar o monopólio das empresas de ônibus.

"Não dá para entender o descaso da Cedae com a falta de água em Maricá. No caso do transporte, vamos fazer licitação para ter várias empresas de ônibus atendendo a população e acabar com o monopólio. E nosso compromisso final com Maricá será  investir muito na educação", ressaltou, sendo bastante aplaudido.

Antes do almoço, Lindberg Farias esteve em Alcântara. Ele caminhou pelas principais ruas do comércio e, ao final da maratona, informou que a falta de segurança e o aumento da violência foram as maiores preocupações das pessoas, que agora estão mais apreensivas com a migração da criminalidade para a Região Metropolitana, Baixada Fluminense e interior de Rio.

 "Houve um aumento de 82% de roubos no município em 2014. Esse problema de violência foi a principal reclamação que ouvi aqui", disse o candidato, que fez um corpo a corpo ao lado da deputada Jandira Feghali ( PCdoB), que disputa a reeleição, além de outros postulantes a deputado federal e estadual. Além de roubo a pedestres, a cidade sofre com roubos de veículos (91%) e  no comércio (71%).

Tags: 2014, Eleições, estadual, Rio, sucessão

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