Jornal do Brasil

Sábado, 20 de Dezembro de 2014

Economia

Impostômetro chega a R$ 800 bilhões nesta segunda-feira

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Oitocentos bilhões de reais. Este será o valor que o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) vai marcar na manhã desta segunda-feira (30/6), por volta das 7h15.

O painel - que virou ponto de referência no centro da capital paulista - informa os valores pagos por todos os consumidores brasileiros em impostos federais, estaduais e municipais.

Em 2013, os R$ 800 bi foram registrados somente no dia 6 de julho, revelando aumento da carga tributária de um ano para o outro. "A carga cresceu mas, mesmo assim, não vemos um retorno disso, não vemos o investimento aumentar", comenta Rogério Amato, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e presidente-interino da CACB (Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil).  

Arrecadação federal em maio

Amato também repercute a notícia desta sexta-feira (27/6) que trata da diminuição da arrecadação federal em maio. "Esse anúncio é reflexo do baixo nível das atividades econômicas, das fortes quedas dos investimentos, da produção e do consumo", diz o presidente da ACSP. "Mas devemos lembrar que os dados são referentes ao governo federal, sem a inclusão de receitas adicionais", completa ele. 

Impostos na Festa Junina

O mês de junho está acabando, mas as festas de São João ainda animam cidades por todo o Brasil. O consumidor tem que prestigiar, mas não pode se esquecer de que paga caro para consumir, mesmo nessas situações festivas.

Na hora de comprar um quentão, o consumidor vai pagar 61,56% de impostos, que estão embutidos no preço final. Outros produtos típicos da Festa de São João que carregam pesados tributos em seus preços estão amendoim (36,54%), canjica (35,38%) e pipoca (35%).  

Na hora de vestir, a história se repete. O preço do chapéu de palha tem 34% de impostos. Calça jeans tem 38,53% e, camisa xadrez, 34,67%.

E as bebidas - como já se sabe - estão entre as maiores vilãs no quesito carga tributária. Alguns exemplo são vinho (55%), cerveja (55,60%) e refrigerante (46,47% na garrafa e 44,55% no produto em lata).

Tags: economia, Peso, produtos, tabela, tributos

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