Jornal do Brasil

Quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

Economia

Dados dos EUA devem influenciar pregão global

Agência IN

Nesta quarta-feira, 4, as principais bolsas de valores globais só devem definir uma tendência após a divulgação dos dados do mercado de trabalho norte-americano. Diante deste cenário, os índices europeus e o indicador futuro das bolsas norte-americanas operam em campo negativo.

Na Ásia, as bolsas encerraram o pregão em direções divergentes. Enquanto o enfraquecimento do iene impulsionou as ações japonesas, a bolsa chinesa voltou a exibir variação negativa.

Já na Europa, as bolsas operam em campo negativo, com investidores no aguardo da reunião de amanhã do Banco Central Europeu.

Entre os dados da região, o Eurostat anunciou que a Eurozona cresceu 0,2% no primeiro trimestre de 2014. O resultado para o quarto trimestre de 2013 foi revisado para cima, de 0,2% a 0,3%.

Além disso, o Markit Economics revelou que em maio, o índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da Alemanha avançou a 56 pontos, após ter registrado 54,7 pontos no mês anterior.

Do lado corporativo, a empresa estatal mexicana Pemex anunciou a venda de 7,86% do grupo espanhol Repsol por € 2,092 bilhões (US$ 2,85 bilhões), o que acaba com as divergências entre os dois grupos.

Em Wall Street, o indicador futuro das bolsas norte-americanas aponta para uma abertura em campo negativo. Mas, investidores aguardam a divulgação dos dados do mercado de trabalho local.

Aqui no Brasil, o Ibovespa deverá acompanhar o cenário externo.

E abrindo a agenda de indicadores internos, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que em abril de 2014, a produção industrial nacional assinalou decréscimo (-0,3%) frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, segundo resultado negativo consecutivo nesse tipo de comparação, acumulando nesse período perda de 0,8%.

Para finalizar, no mercado de câmbio, o dólar deverá apresentar ganhos em relação às demais moedas globais.

Tags: Bolsa, brasil, economia, EUA, Europa, mercado, taxa

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