Jornal do Brasil

Segunda-feira, 20 de Outubro de 2014

Economia

Dados chineses derrubam bolsas novamente

Agência IN

Nesta sexta-feira, 24, as principais bolsas de valores globais apresentam movimento de queda, influenciadas pelas preocupações dos investidores em relação ao crescimento econômico na China. Aqui no Brasil, o Ibovespa acompanha o cenário externo e recua.

Em dia de agenda de indicadores internacionais vazia, o mercado ainda repercute dados chineses revelados ontem. O Instituto de pesquisas Markit Economics revelou que o índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) da China chegou a 49,6 pontos em janeiro, bem abaixo do verificado em dezembro (50,5) e do esperado (50,3).

No Japão, o fortalecimento do iene frente ao dólar influenciou de forma negativa o desempenho as ações das empresas exportadoras. Em sentido contrário, a bolsa chinesa exibiu alta, com destaque para as ações do setor imobiliário.

Enquanto isso, na Europa, as bolsas caminham para um fechamento em queda. Há pouco, o DAX, de Frankfurt, desvalorizava 1,16%, aos 9.519 pontos. E o índice FTSE-100 opera com queda de 0,92%, aos 6.710 pontos. E o CAC 40 desvalorizava 1,49%, aos 4.217 pontos.

Em Wall Street, o cenário não é diferente e bolsas operam em campo negativo. Com isso, o índice Dow Jones perdia 0,58% aos 16.104 pontos; o S&P 500 tinha desvalorização de 0,73% a 1.815 pontos; e a bolsa eletrônica Nasdaq operava com perdas de 0,89% aos 4.181 pontos.

Ontem, o grupo de informática norte-americano Microsoft anunciou que superou as expectativas para o segundo trimestre de seu exercício fiscal 2013/2014 e que seu lucro líquido subiu 3% a US$ 6,6 bilhões. O lucro por ação, referência em Wall Street, fechou em 78 centavos, 10 mais que o previsto pelos analistas.

Aqui no Brasil, o Ibovespa acompanha o cenário externo e apresenta queda. Há pouco, o índice desvalorizava 0,13%, aos 48.259 pontos. O giro financeiro da bolsa marcava R$ 1.205 bilhão.

E abrindo a agenda de indicadores internos, a Fundação Getulio Vargas (FGV) anunciou que o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) recuou 2,1% entre dezembro de 2013 e janeiro de 2014, ao passar de 111,2 para 108,9 pontos1. Com o resultado, o índice manteve-se abaixo da média histórica de 115,9 pontos pelo décimo primeiro mês consecutivo e alcançou nível mais baixo desde junho de 2009 (108,7 pontos).

Além disso, após ter avançado 0,6% em outubro/13, a atividade econômica recuou em novembro/13. De acordo com Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica (PIB mensal), descontado os efeitos sazonais, a atividade econômica de novembro/13 foi 0,1% menor que a de outubro/13. Por outro lado, o indicador registrou avanço de 2,0% sobre o mês de novembro de 2012. Com este resultado, a atividade econômica acumulou crescimento 2,3% no período de janeiro a novembro de 2013.

Na renda fixa, os juros futuros operam em alta. Instantes atrás o contrato de DI, com vencimento em janeiro de 2015, o mais negociado, apresentava taxa anual de 11,18%.

Para finalizar, o dólar opera com alta de 0,79%. Há pouco, a moeda era vendida a R$ 2,419.

Tags: Bolsas, economia, Mercados, mundiais, queda

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