Bolsas não definem tendência nesta quinta-feira
As principais bolsas de valores mundiais oscilam entre ganhos e perdas em dia marcado por balanços corporativos e decisões sobre a política monetária na Europa. Com isso, os índices europeus e o indicador futuro das bolsas norte-americanas operam em campo positivo.
Já do outro lado do mundo, as bolsas asiáticas fecharam o pregão desta quinta-feira sem direção única, oscilando em patamar próximo dos níveis de fechamento de ontem. Com isso, a bolsa de Tóquio encerrou a sessão de quinta-feira em baixa de 0,93%. O índice Nikkei perdeu 106,68 pontos, a 11.357,07 unidades.
Enquanto isso, na Europa, as bolsas operam sem definir uma tendência, à espera dos comentários do Banco Central Europeu sobre a política monetária da região. Há pouco, o CAC-40, de Paris, registrava ganhos de 0,08%, aos 3.645 pontos. E o DAX, de Frankfurt, valorizava 0,20%, aos 7.596 pontos. E o índice FTSE-100, de Londres, operava com baixa de 0,43% aos 6.268 pontos.
No ambiente europeu, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter a taxa básica de juros da Zona do Euro em 0,75% ao ano, uma decisão já esperada pelo mercado internacional.
Em Wall Street, o indicador futuro das bolsas norte-americanas aponta para uma abertura em direções opostas.
Na agenda estadunidense foi divulgado que os pedidos iniciais de auxílio desemprego recuaram em 5 mil na semana encerrada em 02 de fevereiro. O número total de pedidos caiu para 366 mil, segundo os dados ajustados sazonalmente, divulgados hoje pelo Departamento do Trabalho. O número veio acima das expectativas dos analistas que esperavam 360 mil solicitações totais.
Por aqui, o Ibovespa, opera em campo positivo, assimilando as informações internacionais. Há pouco, a bolsa brasileira avançava 0,66%.
Abrindo a agenda de indicadores brasileiros, o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), variou 0,41%, no primeiro decêndio do mês de fevereiro, taxa idêntica à registrada no mesmo período do mês anterior, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Entretanto, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que tem por objetivo medir a inflação de um conjunto de produtos e serviços comercializados no varejo, subiu 0,86% em janeiro e ficou acima da taxa de 0,79% registrada em dezembro de 2012 em 0,07 ponto percentual, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Do lado corporativo foi divulgado que o lucro líquido da Cielo totalizou R$ 610,3 milhões no quarto trimestre de 2012, aumento de 21,0% em relação ao 4T11, ou R$ 105,8 milhões, e aumento de 3,6% em relação ao 3T12, ou R$ 21,4 milhões.
Na renda fixa, os juros futuros operam em alta. Instantes atrás, o contrato de depósito interfinanceiro, com vencimento em janeiro de 2015, o mais negociado, apresentava taxa anual de 8,18%.
Já o dólar opera com perdas de 0,55%. Há pouco, o dólar era vendido a R$ 1,977.

