Inflação da baixa renda inicia o ano com alta
O Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1) do mês de janeiro apresentou variação de 0,98%. Com este resultado, o indicador da baixa renda acumula alta de 7,03%, nos últimos 12 meses, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).
Em janeiro, o IPC-BR registrou variação de 1,01%. A taxa do indicador nos últimos 12 meses ficou em 5,95%, nível abaixo do registrado pelo IPC-C1.
Quatro das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação:
- Alimentação (1,40% para 2,48%);
- Despesas Diversas (1,50% para 4,98%);
- Educação, Leitura e Recreação (0,35% para 2,31%); e
- Transportes (0,34% para 0,42%).
Nestes grupos, os destaques partiram dos itens: hortaliças e legumes (3,53% para 21,29%), cigarros (3,18% para 9,79%), cursos formais (0,00% para 8,91%) e tarifa de ônibus urbano (0,07% para 0,85%), respectivamente.
Em contrapartida, apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos:
- Habitação (0,42% para -0,49%);
- Vestuário (0,90% para 0,10%); e
- Saúde e Cuidados Pessoais (0,42% para 0,19%).
Nestas classes de despesa, as principais influências partiram dos itens: tarifa de eletricidade residencial (0,72% para -5,24%), roupas (1,25% para -0,36%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (0,33% para -0,30%), nesta ordem.
O grupo Comunicação repetiu a taxa de variação da ultima divulgação, 0,03%. Os destaques em sentido ascendente e descendente foram: mensalidade para internet (0,00% para 2,89%) e tarifa de telefone móvel (0,07% para 0,00%), respectivamente.
