Investidores seguem otimistas e dólar cai
"Se for este o contexto do dia, o dólar pode voltar a operar de forma um pouco mais consistente abaixo de R$ 1,85", avalia um operador. Segundo Miriam Tavares, diretora de câmbio da AGK corretora, a determinação da taxa de câmbio dependerá, além de fatores estruturais, especialmente externos, da postura do governo em relação ao câmbio, como as compras do Banco Central e a utilização do Fundo Soberano como fator de política cambial.
"Além disso, quando os debates eleitorais ficarem mais tensos, o que deve ocorrer de meados de junho até o início de setembro, a taxa poderá oscilar mais perto do patamar de R$ 1,95, já que o câmbio poderá ser um dos temas de campanha da oposição. Mas, depois, com o posicionamento de não-ruptura do futuro novo presidente, deverá voltar a valores entre R$ 1,75 e R$ 1,85 por dólar até o final do ano", estima.
(Simone e Silva Bernardino - Agência IN)

