Volatilidade dá tom aos negócios
Apesar disso, ao término do pregão Wall Street conseguiu firmar tendência e encerrou em alta. Destaque para o índice Dow Jones que se manteve acima dos 10 mil pontos. O Dow Jones subiu 0,17%, para os 10.023 pontos; o Nasdaq avançou 0,34%, para os 2.112 pontos; e o S&P 500 ganhou 0,25%, para os 1.069 pontos.
Por sua vez, os índices europeus terminaram sem direção definida. A despeito do forte desempenho das ações do setor financeiro, que barraram o viés negativo trazido pelos Estados Unidos. O FTSE-100, de Londres, avançou 0,33%, aos 5.142 pontos; o DAX, de Frankfurt, ganhou 0,13%, aos 5.488 pontos; e o CAC-40, de Paris, caiu 0,04%, para 3.707 pontos.
Por aqui, a bolsa brasileira acompanhou a instabilidade externa e marcou desvalorização de 0,54%, aos 64.466 pontos. O giro financeiro da bolsa fechou em R$ 5,78 bilhões. Na semana, o índice acumula alta de 4,74%. Vale e Petrobras puxaram para baixo o comportamento do Ibovespa.
Nas commodities, o barril do petróleo recuou quase 3% no último pregão da semana. O movimento foi influenciado por indicadores norte-americanos que ofuscaram as projeções de que o consumo de combustível vai se recuperar no próximo ano. O preço do barril de petróleo do tipo WTI, com vencimento em dezembro, caiu 2,8%, cotado a US$ 77,38 na Bolsa de Mercadorias de Nova York (NYMEX, sigla em inglês). Já o barril do tipo Brent, com vencimento em dezembro, recuou 2,7%, negociado a US$ 75,85 no ICE Exchange de Londres.
Na renda fixa, a curva de juros continua cedendo com os investidores corrigindo suas posições. O Contrato de Depósito Interfinanceiro (CDI) com vencimento em janeiro de 2011 apontou taxa anual de 10,12%. No câmbio, a moeda norte-americana fechou em queda, vendida a R$ 1,71.
(Redação - Agência IN)

