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Latam rompe com Multiplus; crescem voos de baixo custo

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São Paulo - Após decidir não renovar o acordo operacional com a Multiplus, em 2024, devido à perda de participação do programa Multiplus, o Grupo Latam Airlines espera criar relação mais próxima com os clientes de seu programa de fidelidade e parceiros comerciais que integram a rede de acúmulo de pontos, disse ontem Claudia Sender, ex-presidente da Latam Brasil e atual vice-presidente sênior da área de clientes da companhia.
A Latam quer adquirir a totalidade das ações da empresa por meio de uma oferta pública unificada de aquisição de ações (OPA) e integrar a Multiplus à sua rede - criando, conforme suas estimativas, o quarto maior programa de passageiro frequente e de fidelidade do mundo (medido pela quantidade de clientes). Em teleconferência com investidores, a executiva disse que a oferta pública pode ocorrer entre o último trimestre deste ano e o primeiro trimestre de 2019.

Voo de baixo custo
A Agência Nacional de Aviação Civil recebeu, dia 30 de agosto, pedido da empresa chilena low cost Sky Airline para operar voos regulares entre Brasil e Chile. Segundo a Anac, a Sky Airline já tem autorização desde 2013, mas não chegou a realizar voos regulares porque ainda não detém autorização operacional. “Quando autorizada, a Sky Airline pretende começar a operar em novembro deste ano com voos ligando o Brasil ao Chile”, informa a agência reguladora. A vinda de companhias estrangeiras de baixo custo começou este ano, com a europeia Norwegian e a argentina Avian, subsidiaria da Avianca. Outra argentina, a Flybondi, deve pedir autorização.



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