Exército foi fundamental para garantir tranqüilidade em Campos, diz juíza

A juíza coordenadora do processo eleitoral em Campos, Maria Teresa Gusmão, afirmou que a presença do Exército foi fundamental para garantir o clima de tranqüilidade durante todo o processo de votação no município. Maria Teresa fez um balanço 'altamente positivo' das eleições, considerando normal um ou outro confronto entre correligionários dos dois partidos (PMDB e PDT) e a prisão de alguns cabos eleitorais. Ela confirmou que houve trabalho de boca-de-urna em algumas das 856 seções eleitorais da cidade.

Assim como o comandante da 21ª Brigada de Infantaria Pára-Quedista, general João Francisco Ferreira, a juíza admitiu que outro momento crítico do processo eleitoral em Campos deverá ocorrer depois das 20 horas, quando já for conhecido o nome do vencedor do pleito.

Desde as 17h, quando a votação terminou, a Avenida Alberto Torres, onde se localiza o fórum da cidade, incluindo a Justiça Eleitoral, está bloqueada pela polícia. Milhares de simpatizantes dos dois candidatos estão aglomerados na Praça Rio Branco, em frente ao fórum. Um forte aparato policial, envolvendo centenas de homens das Polícias Militar, Civil e Federal e também do Exército, garante a segurança no município, onde o clima, até o momento, é de absoluta tranqüilidade e expectativa.

A previsão da Justiça Eleitoral de Campos é de que o resultado seja conhecido até as 20h. O candidato do PDT, Carlos Alberto Campista, acompanha a apuração em casa. Geraldo Pudim, candidato do PMDB, está no comitê executivo do partido, no centro de Campos, de acordo com a Radiobrás.

[ 31/10/2004 - 18:36 ]


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