Jornal do Brasil

Sexta-feira, 23 de Junho de 2017

Cultura

Loroza faz apresentação da LoRoza Brass Band no Teatro Rival

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LoRoza Brass Band é o novo projeto do cantor e compositor Serjão Loroza. Música de qualidade, com um um naipe de metais caprichado, com trompete, trombone, sax tenor, e uma cozinha bem brasileira, na qual a bateria se une à percussão e a timbres eletrônicos. O projeto estreiou no Rock in Rio Lisboa e teve apresentações em Madrid e Amsterdã.

LoRoza Brass Band traz ainda Serjão de volta ao baixo, o primeiro instrumento que tocou profissionalmente. A ideia é que, na LoRoza Brass Band, os metais tenham protagonismo ao lado de diversos  efeitos, como delay, chorus, sustain, fuzz e flanger, resultado em uma sonoridade surpreendente.

LoRoza Brass Band traz ainda Serjão de volta ao baixo, o primeiro instrumento que tocou profissionalmente
LoRoza Brass Band traz ainda Serjão de volta ao baixo, o primeiro instrumento que tocou profissionalmente

Loroza Brass Band é formada por Serjão Loroza (voz e baixo), Domenico Lancellotti (bateria) Alexandre Caldi (sax), Marlon Sette (trombone), Diogo Gomes (trompete ) e Fabinho D’Lelis (percussão).

O repertório vai do rock’n’roll à bossa nova, passando, claro, pela black music brasileira e pelo samba de raiz. Verdadeiros clássicos, conhecidos pelo grande público, como Lança Perfume (Rita Lee e Roberto de Carvalho), Satisfaction (Rolling Stones) e Spirits in the material world (The Police) se misturam às canções gravadas por Loroza: Hasta la pista, Carpe Diem e Podes crer, amizade. É música universal, mas com sotaque brasileiro.

“O conceito de tocar uma canção ligada a outras é bem recorrente... Às vezes, o link é o tema da canção, como no caso de “Saideira”, do Skank, e a marchinha “Turma do Funil”. Mas, em outras vezes, o que há em comum varia desde o modo harmônico até a simples tonalidade. Assim, tem um momento latino, com salsa, mambo e ritmos caribenhos. E tem um medley que fala sobre fazer a cabeça, com “Lança-perfume”, da Rita Lee e do Roberto de Carvalho, “Eu bebo sim”, de Elizeth Cardoso e João do Violão, e  “Malandragem dá um tempo”, de Adelzonilton”, explica Serjão.

Tags: comemoração, cultura, diversão, festa, lazer, teatro

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