Jornal do Brasil

Terça-feira, 21 de Outubro de 2014

Ciência e Tecnologia

Erupções solares em 2012 poderiam ter causado dano à Terra

Jornal do Brasil

Em 23 de julho de 2012 duas erupções no sol conhecidas como ejeções de massa coronal (CMEs) explodiram a partir de um ativo de manchas solares no lado mais distante do sol, que é monitorado por uma sonda que orbita o sol à frente da Terra na mesma órbita. Emergentes, com cerca de 15 minutos de intervalo, as CMEs rapidamente fundiram em uma onda de choques de partículas carregadas, que levadas sobre os sensores da sonda apenas 18 horas mais tarde, é o que relata uma matéria da revista Science desta semana

Por trás da onda de choque, as partículas carregadas correram ao longo de cerca de 2.250 quilômetros por segundo, que é cinco vezes sua velocidade normal, a distância da Terra, a força do sol e o campo magnético que havia mais de 10 vezes que normalmente visto em órbita da Terra. Apontou em nossa direção, tal combinação teria produzido a tempestade geomagnética mais forte e teria atingido a terra e pode ter acertado satélites e redes de energia terrestres, dizem os pesquisadores. Felizmente, o evento teve um pouco de golpe de sorte, uma vez que entrou em erupção em uma região do espaço onde o vento solar e os campos magnéticos haviam sido enfraquecidos por uma labareda solar quatro dias antes. As observações desses CMEs vão ajudar os cientistas a melhorar o modelo de espaço de tempo e prever tempestades solares potencialmente calamitosas.

Tags: ESPAÇO, revista, science, sol, tempestades, Tempo

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