Jornal do Brasil

Quinta-feira, 24 de Abril de 2014

Ciência e Tecnologia

Mistura de álcool com energético aumenta chances de embriaguez

Portal Terra

?Misturar energético com bebida alcoólica é um hábito muito comum entre jovens, principalmente entre os que querem ter "gás" suficiente para curtir uma noite de balada. Mas uma nova pesquisa lança um alerta para quem costuma apostar nesta combinação, que, segundo o estudo, aumenta o risco de embriaguez. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.

Pesquisadores americanos descobriram que a mistura é mais arriscada do que tomar apenas o álcool sozinho. Eles afirmam que jovens adultos que misturam os dois itens tendem a beber mais e, consequentemente, ficarem mais bêbados do que aqueles que não os misturam. Foram analisados 652 estudantes durante quatro períodos em duas semanas. Eles tiveram que responder questões a respeito do seu consumo de energéticos com álcool. Os especialistas também perguntaram sobre quais problemas já vivenciaram como resultado deste consumo – desde uma ressaca até transtornos com a polícia.

Como conclusão, os pesquisadores notaram que a combinação trouxe problemas mais pesados. Megan Patrick, da University of Michigan Institute for Social Research, reforça que a mistura encoraja os jovens a beberem mais. “À medida que os energéticos se tornam ainda mais populares, temos que pensar estratégias de prevenção para reduzir as consequências negativas dessa combinação.”

Os resultados surgem logo após a informação de que as bebidas energéticas possuem muita cafeína e, com isso, podem alterar a forma como o coração bate. Pesquisadores da Universidade de Bonn, na Alemanha, descobriram este tipo de bebida pode aumentar o risco de problemas do ritmo cardíaco, sendo potencialmente fatais.

Os profissionais envolvidos notaram que adultos que consumiram a bebida tiveram um aumento significativo das contrações cardíacas uma hora depois. Isto significa que a câmara do coração que bombeia sangue para todo o corpo - o ventrículo esquerdo – mostrou maior dificuldade de contração uma hora depois de a bebida energética tinham sido consumidos.

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