Patrocínio é bem-vindo, segundo a Beija-Flor de Nilópolis
Para os integrantes da Beija-Flor de Nilópolis, o patrocínio da ABCCMangalarga Marchador veio a calhar. Quézia Sanches, que sai no terceiro carro da Beija-Flor, é moradora de Nilópolis e diz que pela primeira vez foi convidada pela escola para desfilar na Sapucaí. “Para mim, um patrocínio como esse é totalmente favorável, porque me dá a oportunidade de representar a minha escola. Além do mais, é por essas e outras que a Beija-Flor não é uma escola e sim uma família”, declarou ela.
O diretor da ala Signos, da Beija-Flor, José Lazarin, explica que é tradição da escola trazer luxo e servir a comunidade no Carnaval. “Esta é uma preocupação que a gente tem. A Beija-Flor é sempre técnica e é trabalho nosso fornecer as roupas para que todos participem”, disse José.

Renato Lima, da Ala Amigos do Rei, não vê problemas em patrocínios. “Acho que há muito tempo o patrocínio já faz parte do Carnaval. A diferença é que agora a coisa está mais organizada. E o tema é importante. Acho que o Brasil se fez sobre cavalos e foi essa história que contamos na Sapucaí”, opina o curitibano, que sempre desfila na Beija-Flor.
Palhinha na Presidente Vargas
Casal de mestre-sala e porta-bandeira, Claudinho e Selminha Sorriso, fez um pequeno show de coreografia, antes do desfile, para os cariocas das arquibancadas populares, fora do Sambódromo. “É o mínimo que podemos fazer por essa gente que vem aqui assistir só esse pequeno pedaço do desfile”, disse Selminha.
