Império de Casa Verde encerra desfiles cantando a cura
Última escola de samba a se apresentar no Carnaval 2013, a Império de Casa Verde entrou no sambódromo do Anhembi por volta das 06h04 deste domingo levando o enredo "Pra todo mal, a cura. Quem canta seus males espanta!".
A comissão de frente da agremiação representava curandeiros africanos. No samba, a escola canta: "Império é amor, paixão, a cura do corpo e do coração, meu tigre guerreiro, é raça e emoção, a força de uma nação."
"Império é amor, paixão, a cura do corpo e do coração, meu tigre guerreiro, é raça e emoção, a força de uma nação"
Já no abre-alas, leões e águias douradas simbolizavam o Egito e os jardins suspensos da Babilônia, jardins que também inspiraram a fantasia do primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da Império de Casa Verde.
Em uma das alegorias - entitulada Egito, O Precursor da Medicina’, uma grande múmia representava as cirurgias realizadas na antiguidade. As baianas da escola tinham a fantasia nas cores azul e rosa, representando o bem estar e as técnicas de cura.
Uma das características do desfile do Império da Casa Verde - comandada pelo carnavalesco Alexandre Louzada - foi a utilização de cores sóbrias nas 25 alas que compunham a escola neste desfile, dando destaque para as cores oficiais da escola: azul celeste e branco.
A bateria, que se fantasiou de múmia, não arriscou uma paradinha e levou o compasso da escola, empolgando os cerca de 3,5 mil que componentes. No último dos carros alegóricos, os já tradicionais tigres gigantes se moviam e encerravam o desfile da Casa Verde.

