Jornal do Brasil

Quinta-feira, 31 de Julho de 2014

Anna Ramalho

Acabou a Copa. Voltamos às velhas mazelas

Mal se passaram 24 horas e as coisas voltaram à "normalidade" na estrada Rio-Teresópolis. Enquanto a Família Felipão estava na Granja Comary, via-se um carro da Polícia Rodoviária Federal a cada quilômetro, velando pela segurança e fluidez do tráfego.

Hoje (segunda-feira) às 9 horas um ônibus, um caminhão e uma moto se acidentaram na pista para o Rio, altura de Saracuruna (Caxias). Pois até às 14 horas, pelo menos, quando um amigo da cybercoluna tentava regressar, só era informado do ocorrido no pedágio, em Piabetá.

Ou seja, rodou cerca de 80 quilômetros sem que alguém da concessionária CRT ou da PRF fizesse a gentileza de avisar, lá atrás, que a estrada estava interrompida na frente, poupando o infeliz, que paga R$ 12,20 para rodar naquela maravilha da engenharia, do transtorno de chegar ao pedágio e voltar para chegar ao Rio via Manilha e Niterói.

Em síntese: a CRT levou no mínimo cinco horas para desobstruir a estrada sem avisar a ninguém que se dirigia para a trapalhada, enquanto os atarefados patrulheiros descansavam da lida da Copa no conforto de seus postos, porque, naturalmente, não são de ferro.

Tags: acidente, brasil, Campeonato, Mundial, rio-teresópolis

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