Jornal do Brasil

Sábado, 25 de Outubro de 2014

Anna Ramalho

Um ano depois

No primeiro aniversário das revoltas de junho de 2013 e às vésperas do início da Copa do Mundo, que pode despertar novos protestos, o sociólogo Luiz Werneck Vianna faz uma análise do movimento em entrevista à Revista de História da Biblioteca Nacional.

“Precisamos redimensionar o papel da economia, deixando de conceder a ela o personagem imperial nesta questão. Devemos procurar exatamente na ausência de canais abertos de participação de uma população que vem se educando, não só formalmente, mas pela via da experiência, com os meios de comunicação, com a internet”.

Tags: Copa, futebol, país, política, protesto

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