Bigorrilho dos táxis custa caro e não presta
Bem que o Eduardo Paes poderia fazer jus ao nome de bom administrador. De bom politico ele não precisa. Saudavelmente ele instituiu a obrigação dos táxis cariocas trafegarem com o bigorrilho aceso quando estiver sem passageiros.
Para se atualizar, cada táxi foi obrigado a instalar um dispositivo eletrônico que custou R$ 320. Os motoristas reclamam que o produto é ruim e vive queimando o relé, mecanismo que aciona a luzinha e que custa R$ 280.

O resultado disso é a bagunça: os táxis rodam ocupados e com a luz acesa. e outros rodam com a luz apagada e sem passageiros. Não custa lembrar: a Copa está chegando.
