“A 1ª PRESIDENTA” é sucesso na Bienal Internacional do Livro 2011
“A 1ª PRESIDENTA” é sucesso na Bienal
O escritor e jornalista político Helder Caldeira participou de uma exclusiva tarde de autógrafos na abertura oficial da XV Bienal Internacional do Livro, no Rio de Janeiro.
A cerimônia de abertura contou com a presença da presidente Dilma Rousseff.
Lançado pela Editora Faces em junho deste ano, o livro “A 1ª PRESIDENTA”, do escritor e jornalista político Helder Caldeira, é primeira obra publicada no Brasil sobre a meteórica trajetória política de Dilma Rousseff, a mulher-alfa que ascendeu à Presidência da República e é considerada a terceira mais poderosa do mundo.

Numa parceria inédita entre a Editora Faces, a Ediouro e a Singular Digital, o escritor participou de uma tarde de autógrafos de seu livro na abertura da XV Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, no último dia 1º de setembro de 2011, evento que movimentou a feira literária com a presença de autoridades, celebridades e de milhares de pessoas que lotaram os pavilhões do Riocentro, na zona oeste da capital carioca.
A presidente Dilma Rousseff foi o grande destaque da cerimônia de abertura da Bienal. Ao lado do ministro da Educação, Fernando Haddad, da ministra da Cultura, Ana de Hollanda, do presidente da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), Galeno Amorim, e da presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), Sônia Machado Jardim, a presidente Dilma anunciou a criação do Programa do Livro Popular, para fomentar a produção e comercialização de livros a cerca de R$ 10.

Serão investidos inicialmente R$ 36 milhões no programa, dedicados não apenas às versões impressas, mas também aos livros digitais (e-books).

– O livro, seja em papel ou digital, é um bem de todo brasileiro. Além das bibliotecas públicas, os brasileiros têm o direito de ter os seus livros para ler em casa. – afirmou a presidente Dilma Rousseff, concluindo: – Como amante do livro, posso assegurar que é uma experiência única poder ter um livro.
Em entrevista aos jornalistas, o escritor Helder Caldeira foi categórico: – Acho ótimo que o governo federal tenha decidido fazer algum investimento na Cultura, em especial na produção de livros. Mas resta saber quem serão os 'pseudonotáveis' que vão decidir quem será beneficiado com esse subsídio governamental. – e definiu, em tom crítico: – Porque há no Brasil um triste monopólio da intelectualidade.
Enquanto isso, milhares de novos e talentosos escritores estão peregrinando de porta em porta nas editoras tentando, sem sucesso, que suas obras sejam, pelo menos, analisadas. E o histórico dessas benesses com dinheiro público no Brasil não é nada bom.
Muito além de subsídios do governo, o mercado editorial precisa se modernizar, estar aberto às novidades.
