Seja na forma de fábulas com bichinhos multicoloridos
ou em crônicas sobre o estresse da vida cotidiana,
o gênero comédia saiu vitorioso na cerimônia
de entrega de prêmios que encerrou anteontem,
na tenda Praça Animada, armada ao lado do CCBB,
no Centro, a 11ª edição do festival Anima Mundi,
com a consagração do bem-humorado curta-metragem
russo Bookashkis, de Mikhail Adashin e Charles
Swenson.
Estes
são os últimos dias no Rio do 11º Anima Mundi,
que está fazendo o sucesso de sempre _ no último
fim de semana o público foi de 15.673 pessoas.
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Anima
Mundi atrai quase 30 mil pessoas em sete dias
Criações baseadas em literatura de cordel,
uma visão claustrofóbica e bem-humorada das
relações humanas a partir de um elevador e um
representante da produção em longa-metragem
francesa contemporânea são algumas das atrações
que embalam o último fim de semana da 11ª edição
do Festival Anima Mundi, que abriu no dia 11
e se encerra neste domingo, após ter atraído
cerca de 29 mil pessoas só até quarta-feira
para seus espaços de exibição.
Este já é o décimo-primeiro Anima Mundi.
Com mais de uma década na estrada, o festival
de animação carioca já não precisa provar
nada para ninguém.
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